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Comunidade jurídica celebra pioneirismo e coragem de Márcio Chaer

Conjur·
Comunidade jurídica celebra pioneirismo e coragem de Márcio Chaer

A trajetória profissional do jornalista Márcio Chaer, morto neste sábado (3/10) aos 71 anos, foi marcada pelo pioneirismo na cobertura do Poder Judiciário e pela coragem de manter posição firme em defesa da Justiça e do Estado Democrático de Direito.

Marlene Bergamo
Chaer deixou legado para o Judiciário brasileiro e marcou gerações de profissionais do Direito

Para magistrados, advogados e demais operadores do Direito, o projeto da revista eletrônica Consultor Jurídico, idealizado por Chaer e criado em 1997, nos primórdios da internet no Brasil, teve papel primordial na aproximação entre Direito e sociedade.

O papel de Chaer foi reconhecido pelas principais autoridades e instituições da República. Para além disso, o impacto do jornalista é atestado por dezenas de profissionais do Direito que o conheceram, e que fazem funcionar o Judiciário no país.

Veja as homenagens

Otavio Luiz Rodrigues Jr., Professor Titular de Direito Civil da Faculdade de Direito da USP

Marcio Chaer foi o amigo certo das horas incertas. Devo-lhe muito por tudo o que fez de bom, não só a mim, mas para o Direito e a causa da Justiça. Homem honrado. Amigo dos amigos. Destemido. Jogava-se no abismo para defender as pessoas e as causas em que acreditava. A floresta do jornalismo especializado perdeu sua árvore mais frondosa. Sobre ele pode-se dizer sem retórica: insubstituível.

Oreste Laspro, advogado e professor da USP:

Márcio Chaer, além de querido amigo, é referência de coragem e profissionalismo, com um olhar arguto e perspicaz sobre o jornalismo e o Poder Judiciário. Seu legado é a qualificação da informação jurídica como conhecemos hoje.

Igor Mauler Santiago, advogado e amigo:

Nenhum jornalista conhecia o Judiciário como Márcio. Polemizou sempre que preciso, com verve florentina e a coragem demonstrada até o fim. Um grande amigo que se vai cedo demais.

Sidnei Gonzalez, diretor da FGV Conhecimento:

Um gigante defensor do sistema de justiça brasileiro, não lhe faltava coragem nem energia, a qualquer hora e especialmente nos momentos difíceis de nossa democracia.

Lenio Streck, advogado, professor e colunista da ConJur:

Se fosse falar, não conseguiria. Apenas posso escrever algumas palavras. Minha última conversa com Márcio foi na terça-feira. Falamos sobre meu texto que tratou do Minority Report. Ele havia operado a catarata e me disse: estou meio cego e atordoado. Me ligou em 2012 e me ofereceu uma coluna, que batizei de Senso Incomum. Já foram 1.300 colunas. Márcio parceiro, amigo. De frequentar a casa. Preciso dizer mais? A ironia: um defensor de direitos como ele morrer nas circunstâncias de um assalto.

Pierpaolo Bottini, advogado e professor da USP:

Uma tragédia, uma tristeza, partiu um grande jornalista, uma figura muito importante, um grande amigo, sem palavras para descrever esse sentimento.

Belisário dos Santos Jr., sócio titular do Rubens Naves Santos Jr. Amorim Advogados:

Recebemos com profunda tristeza a notícia da morte do jornalista Márcio Chaer, fundador do site Consultor Jurídico. Ele construiu uma trajetória singular no jornalismo brasileiro com independência e coragem. Chaer deixa uma contribuição permanente para o mundo jurídico. Com olhar crítico e profundo conhecimento das instituições, ajudou a aproximar o Direito da sociedade e fez do site ConJur um relevante espaço de informação e reflexão sobre a Justiça brasileira.

Manifestamos nossa solidariedade e nossos mais sinceros sentimentos aos familiares, amigos e colegas da ConJur.

Sérgio Torres Teixeira, desembargador do do TRT da 6ª região e presidente da Academia Brasileira de Direito do Trabalho (ABDT)

A Academia Brasileira de Direito do Trabalho recebe com profunda tristeza a notícia do falecimento do jornalista Márcio Chaer, aos 71 anos, fundador e diretor da Revista Consultor Jurídico e da Original123. Ao criar a ConJur, em 1997, Márcio Chaer abriu caminho para o jornalismo especializado em Justiça no Brasil, numa época em que a cobertura do Judiciário se limitava aos grandes casos. Dez anos depois, lançou o Anuário da Justiça, que se tornou fonte de consulta permanente para quem atua no Direito. Com independência, rigor e defesa intransigente do Estado Democrático de Direito, aproximou o mundo jurídico da sociedade e ajudou a formar gerações de jornalistas. Seu legado permanece no debate público sobre a Justiça brasileira, que ele ajudou a construir. Neste momento de dor, a ABDT se solidariza com familiares, amigos e com as equipes da ConJur e da Original123, parceiras desta Academia.

Márcio Christino, promotor de Justiça do Ministério Público de São Paulo (MP-SP):

Quero expressar meus sentimentos pelo falecimento do amigo Márcio Chaer. Um pioneiro no Direito Digital que sempre deu chance a todos que tinham algo que pudesse co tribunal com o Universo Jurídico. Que Deus o receba em seus braços.

Heleno Taveira Torres, professor da Faculdade de Direito da USP:

O mundo jurídico brasileiro perde uma das suas vozes mais simbólicas e necessárias, o jornalista jurídico Márcio Chaer. Ao fundar e manter o ConJur, fonte para toda a imprensa, Márcio inspirou uma geração de jovens jornalistas na cobertura dos fatos e eventos do Direito. Com o Anuário da Justiça, trouxe a público o melhor instrumento para conhecer o poder judiciário e todo o sistema de justiça. Mas não só. Chaer foi sempre um defensor permanente da democracia e da sociedade contra todo tipo de injustiça ou de autoritarismo. Fará muita falta..

Felipe Santa Cruz, advogado e ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil:

Desolado, recebo a notícia do falecimento, em São Paulo, do grande jornalista Márcio Chaer. Através da ConJur, transformou a vida de muitos advogados ao, democraticamente, abrir espaço para o debate de ideias. Pessoalmente, perco um amigo querido que só me apoiou ao longo da caminhada; foi dele o meu primeiro perfil quando, aos 38 anos, resolvi concorrer à presidência da OAB/RJ. Nossa família se une à dele e aos muitos amigos neste momento de luto.

Antônio Tavares Paes, advogado do Costa Tavares Paes Advogados:

Recebo com muita tristeza a notícia sobre o Márcio. Ele foi uma referência para tantos de nós, alguém que ajudou a construir um espaço de seriedade e coragem no jornalismo jurídico. Fica o meu respeito, a minha admiração e um abraço carinhoso à equipe da ConJur, aos amigos e à família.

Alberto Zacharias Toron, advogado:

Márcio Chaer era muito mais que um jornalista; era um visionário! Soube, como poucos agregar pessoas e, mais do que isso, transformou ilhas em vasos comunicantes. O povo do Direito começou (com ele) a se falar e a discutir. Seu trágico falecimento não deixa apenas uma lacuna, deixa-nos órfãos, tristes e sozinhos.

Daniel Bialski, advogado:

Márcio era meu amigo há mais de 30 anos, quando me ajudou numa das minhas primeiras entrevistas. E durante todo esse período posso me sentir um privilegiado por ter cultivado sua amizade e ter apreendido muito com ele. Um ícone, um Profissional brilhante, competente, iluminado, de uma inteligência invejável, exercia múltiplas funções e mesmo nos momentos de enorme tensão, não perdia o bom humor. Indiscutivelmente já faz e fará muita falta para todos que o adoravam e admiravam. Externo meus profundos sentimentos à esposa, filho, a todos que trabalhavam com ele no ConJur, na Original, desejando força para amenizar a dor por esta perda irreparável para todos nós.

Eduardo Diamantino, advogado:

Márcio foi um uberabense ímpar. Jornalista brilhante, experiente, articulador. Criou o jornalismo jurídico. Lembro-me do início da Conjur, da pequena redação e de sua luta pelo direito.

Sua principal característica era ser desmedido, exagerado. Exagerado na sagacidade, na inteligência, na redação, em tanta coisa, mas o mais importante foi seu exagero na amizade. Todos que tiveram a sorte de ser seu amigo sabem disso.

Foi um privilégio ter convivido com você! Conforta saber que você foi na frente, mas nos encontraremos.

Cecília Mello, desembargadora federal aposentada do TRF-3 e sócia do Cecilia Mello Advogados:

Parte um grande jornalista, um amigo de coração, alma e ombros gigantes.

Daniel Gerber, advogado:

Uma lástima, uma vida perdida para uma sociedade que já não encontra seu próprio sentido, que não assume suas responsabilidades e que não deixa legado algum para as novas gerações que não seja a impressão de que não há saída. Márcio não era apenas um jornalista. Muito mais que isso, visionário, parceiro de toda nossa classe, líder de ideais e exemplo de alguém que se dedica a algo maior do que sua própria existência. O que ele criou continuará nas mãos de um time devoto e comprometido com o sonho, mas sua falta, surgida de uma situação absurda que passamos a normalizar, não será preenchida. Fica em paz, Márcio.

Olavo Alves Ferreira, advogado:

Muito abalado com a notícia do falecimento do amigo Márcio Chaer. Uma enorme perda. Ficam as memórias de um gênio, um gigante incentivador e uma rapidez de raciocínio impressionante. O conheci quando entrevistamos o Ministro Gilmar Mendes no Programa do Luiz Flávio Gomes, em 2003. Desde sempre me incentivou nos estudos e escritos. Deus conforte a família.

Fernando Fernandes, advogado:

A contribuição do Márcio Chaer ao mundo Direito será eternamente reconhecida. O seu trabalho ajudou a democratizar a informação do mundo jurídico.

Leonardo Massud, advogado do escritório Massud, Sarcedo, Andrade e Hachul Sociedade de Advogados:

O Márcio Chaer foi um visionário. Ele captou a ascensão da comunicação pelas redes para um mercado que ainda não se reconhecia nesses meios, mas que ansiava por novidade e agilidade, sem descurar da informação e debate de qualidade. O ConJur é isso. Um grande legado.

Professor Gustavo Justino de Oliveira (USP e IDP):

Chaer foi pioneiro e visionário do jornalismo jurídico, inventivo e inovador ao extremo, conselheiro profícuo e estimulador constante de ideias, sempre aberto para um café, um debate e um abraço. Descanse em paz meu amigo, estaremos por aqui sempre, honrando a sua memória e a sua historia.

José Luis de Oliveira Lima, advogado:

Márcio era um amigo de 30 anos, intenso, sincero, honesto e verdadeiro. Jornalista talentoso, pai dedicado e carinhoso. Generoso com os amigos, duro com os adversários, Chaer era transparente. Meus sentimentos à sua família tão querida.

Marcos da Costa, Presidente da OAB-SP de 2013 a 2018. Secretario de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência:

Recebi com profunda tristeza a notícia do falecimento, hoje, do jornalista e amigo Márcio Chaer.

Conheci Márcio em 1998, quando, com a eleição de Rubens Approbato Machado, ele encerrava sua passagem como coordenador de comunicação da OAB SP. Visionário, percebeu cedo o poder transformador da internet, que ainda dava seus primeiros passos no Brasil, e criou o Consultor Jurídico, tornando-o uma das principais referências do jornalismo jurídico brasileiro.

Sua inquietação e capacidade de realizar também deram origem aos Anuários da Justiça, que aproximam a sociedade dos tribunais e apresentam os perfis de seus magistrados.

Ao longo desses quase trinta anos, tive o privilégio de conviver com Márcio como amigo. Concordávamos muitas vezes e discordávamos em tantas outras, mas sempre com o respeito que a amizade e nossas convicções democráticas nos impunham.

Foram muitas as entrevistas que concedi à ConJur, frequentemente conduzidas pelo próprio Márcio. Em um de nossos últimos encontros, durante um almoço, ele quis conhecer as ações que desenvolvemos na Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência. Mais uma vez, abriu espaço para que pudéssemos falar das políticas públicas de inclusão que estávamos construindo.

É essa lembrança que guardo: o amigo atento, o jornalista curioso, o empreendedor e o homem que nunca perdeu a disposição de ouvir, perguntar e abrir caminhos.

A vida nos brinda com amizades que gostaríamos de ter para sempre por perto. Quando nos retira esse convívio, ficam a saudade, as conversas e o exemplo.

À família, aos amigos e à equipe da ConJur, meu abraço solidário.

Márcio deixa um grande legado ao jornalismo e ao Direito. Para mim, deixa também a saudade de um amigo.

Arnaldo Hossepian Junior, Procurador de Justiça aposentado e Presidente da Fundação Faculdade de Medicina da USP

Recebi com profunda tristeza a notícia do falecimento inesperado de Márcio Chaer.

Conheci Márcio há muitos anos, eu integrante do Ministério Público Paulista, e ao longo desse tempo, pude acompanhar não apenas sua extraordinária trajetória profissional, mas também sua personalidade marcante, sua inteligência, sua coragem e a intensidade com que defendia aquilo em que acreditava.

Márcio foi um jornalista singular. Com a criação do Consultor Jurídico, ajudou a transformar a cobertura do Direito e do Poder Judiciário no Brasil, abrindo espaço para o debate, para a crítica e para diferentes vozes e ideias. Deixa uma contribuição que certamente permanecerá na história do jornalismo jurídico brasileiro.

Mas, para aqueles que tiveram o privilégio de conhecê-lo pessoalmente, fica sobretudo a lembrança do amigo, das conversas, das divergências, das histórias e de tantos momentos compartilhados ao longo dos anos.

Sua partida tão inesperada causa enorme tristeza. Minha solidariedade aos familiares! Que o Criador receba o Márcio em harmonia!

Rodrigo Dall’Acqua, advogado:

Márcio partiu representando seu grande papel: o de um homem que simplesmente não conseguia tolerar a injustiça. À frente do Consultor Jurídico, democratizou o acesso ao conhecimento jurídico e lutou incansavelmente pela defesa do Estado Democrático de Direito. Na Lava Jato, quando toda a mídia aplaudia a atuação da dupla Moro e Dallagnol, o ConJur se levantou em sentido contrário. Apaixonado pelos filhos e netos, Márcio deixa um legado imenso ao jornalismo, além de muitas saudades entre seus privilegiados amigos.

Leonardo Magalhães Avelar, advogado

Márcio Chaer deixa um legado no Direito brasileiro. Ele foi responsável por transformar o jornalismo jurídico e por criar um espaço plural e qualificado de debate que passou a fazer parte da vida de toda a comunidade jurídica. Sua inteligência e independência fizeram dele uma figura única. É uma perda imensa para todos nós.

Rodrigo Haidar, jornalista e editor da Amanuense editora:

Meus primeiros passos no jornalismo foram guiados pelo Márcio. Entre idas e vindas, trabalhei com ele por uns 15 anos da ConJur, onde entrei no ano de estreia do site, em 1997. Um cara generoso e autêntico como poucos, muito poucos. E visionário: percebeu a relevância do Poder Judiciário no desenho institucional do país quando ninguém ainda olhava pra isso.

Antonio Salvador, presidente da CDI Comunicação:

O jornalismo brasileiro perdeu hoje Márcio Chaer, um dos seus grandes profissionais. Um ser humano diferenciado e o maior especialista na área das comunicação jurídica do país. Fará muita falta. Meus sentimentos à família.

Pedro Serrano, advogado e professor da PUC-SP:

Das muitas qualidades do Márcio Chaer, destaco a coragem como cidadão e como jornalista que ele teve ao transformar a ConJur no primeiro veículo de comunicação a denunciar a decisão do TRF4 que outorgou poderes de exceção ao então juiz Sérgio Moro.

Walfrido Warde, advogado:

Márcio Chaer foi a cara da coragem e da ética, que é o avesso do massacre de reputações e do moralismo calculado e ambicioso. O país perdeu um grande profissional e um maravilhoso ser humano.

Antonio Carlos Aguiar, advogado e colunista da ConJur:

Márcio, mais do que um profissional exemplar, com um tino jornalístico incrível, era também um empreendedor. Um exemplo de criatividade pra lá de diferenciado. Uma pessoa bem à frente do seu tempo. Um daqueles seres humanos que entra para história como referência a ser destacada e seguida. Porém e mais importante do que todos esses longos e excepcionais adjetivos com relação a esse profissional de linhagem única- o que realmente precisa ser destacado – é seu dom de ser um amigo, daqueles que você não precisava ver todos os dias, mas, que sabe que estava lá, quando é como você precisar. Uma amiga em comum o definiu muito bem, agora ao saber de tão triste notícia com relação ao seu passamento: ‘Um cara admirável. Doido, mas admirável’. Sua frase diz tudo. Ele vai nos fazer muita falta. Vai com Deus, meu amigo!

Ana Paula Baruel, Bruno Baruel Rocha, Rafael Monteiro Barreto, Gláucia Xavier Lataro, Matheus Bertolo Piconez e equipe do Baruel Barreto Advogados:

É com profundo pesar e consternação que o Baruel Barreto Advogados recebe a notícia do falecimento do jornalista e diretor da Conjur, Márcio Chaer. Márcio contribuiu decisivamente para o desenvolvimento de um jornalismo jurídico sério, independente e de elevada qualidade, aproximando a informação especializada dos profissionais do Direito, da imprensa e da sociedade. Sua visão inovadora e pioneira foi fundamental à consolidação de um espaço de reflexão e divulgação de temas jurídicos de relevante interesse público, tornando-se referência para gerações de operadores do Direito e jornalistas. Neste momento de tristeza, prestamos nossa homenagem à sua memória e expressamos nossa solidariedade aos familiares, amigos e colegas de profissão, certos de que seu legado e sua inestimável contribuição permanecerão vivos no jornalismo jurídico brasileiro.

Fábio Prieto de Souza, advogado, presidente do Conselho Jurídico da Associação Comercial de São Paulo:

O Chaer me procurou quando estava iniciando a ConJur. Eu estudava sistema de justiça e um amigo comum me indicou a ele. Achei a ideia brilhante, porque ninguém produzia informação e influência em prol da defesa. Eu brincava com ele que o lobby no Brasil não era regulamentado por causa dele. A acusação perderia a oportunidade para difamá-lo como mensageiro. Passaria a ter que discutir a validade da mensagem. O Márcio foi o melhor profissional do lobby da defesa, numa sociedade acostumada a ouvir só um dos lados. Jornalista experiente, não tinha medo de corporação, e fazia o seu trabalho como devia ser feito. Foi precursor e deixou uma escola: a defesa precisa ser ouvida. Lamento o falecimento.

Pedro Gil, editor do Exame INSIGHT, na Exame:

Recebo a notícia da partida do querido amigo Chaer com profunda tristeza e consternação, mas também com a certeza de que um dia nos reencontraremos do outro lado do rio. Referência na cobertura do Judiciário, Chaer, sempre gentil e generoso, nunca se furtou a ajudar os colegas e a compartilhar o que sabia. Deixa uma legião de admiradores, alunos e amigos.

Silvano Furtado, sócio do Furtado, Simões e Sant’Anna Advogados:

Um grande amigo, professor e colega. Márcio Chaer era generoso e me levantou no momento que mais importava. Era perfeccionista e apaixonado pelo trabalho, e pelo bom jornalismo. Não tinha medo, era ponta de lança contra os abusos da imprensa marrom e de atores nefastos da nossa história recente. O legado dele é inegável. Chaer foi cedo demais, ainda tinha muita coisa para nos ensinar, e tantas outras histórias para nos contar. O jornalismo brasileiro teve uma perda irreparável.

Marcio Alabarce, sócio do Canedo, Costa, Pereira e Alabarce Advogados:

Posso reconhecer a terrível falta que ele fará para todos seus familiares e pessoas com quem ele trabalhou. E que fantásticos veículos vieram de suas iniciativas! Deus reconforte a família.

Marco Antonio Innocenti, advogado:

É com tristeza que recebo a notícia da morte de Márcio Chaer. Ao fundar o ConJur em 1997, ele criou um espaço permanente de informação e debate sobre o Judiciário, que se tornou leitura diária de advogados, magistrados e estudiosos do Direito. Seu legado permanece no trabalho da equipe que formou e na cultura jurídica que ajudou a difundir. Nossos sentimentos à família, aos colegas do ConJur e a todos que tiveram o privilégio de conviver com ele.

Arthur Lobo, sócio fundador de Wambier Yamasaki Bevervanço & Lobo Advogados:

Recebo com profunda tristeza a notícia do falecimento do jornalista Márcio Chaer. Sua partida deixa uma lacuna no jornalismo jurídico e entre aqueles que fazem do Direito parte de sua vida. Como advogado e professor, manifesto meu reconhecimento por sua contribuição ao debate jurídico brasileiro. Seu trabalho ajudou a construir pontes entre o que acontece nos tribunais e o que a sociedade precisa compreender sobre a Justiça. Um legado que merece respeito e permanecerá na memória de seus leitores. Aos familiares, amigos e colegas da ConJur, meus sentimentos e minha solidariedade. Que Deus os conforte neste momento de dor e receba Márcio em paz.

Luís Canedo, sócio do Canedo, Costa, Pereira e Alabarce Advogados:

Muito triste com a partida tão inesperada de Márcio Chaer. Um precursor do jornalismo jurídico brasileiro, que enriquecia o ambiente em torno dele e deixa um legado enorme por meio do Conjur. Meus sentimentos à família, aos amigos e a toda equipe do Conjur.

Viviane Alves de Morais, advogada e professora da USP:

É com pesar que recebo a notícia do trágico falecimento de Márcio Chaer, responsável pela fundação do mais conhecido veículo de notícias jurídicas do país. Foi um grande jornalista, com muitos serviços prestados à comunidade jurídica.

Tiago Conde Bussamra, advogado:

O Brasil perde um jornalista memorável, daqueles que deixam marca não apenas pelo que escreveram, mas pelo espaço que ajudaram a construir para o debate público. Márcio Chaer transformou o jornalismo jurídico brasileiro. Fez do ConJur uma referência indispensável para quem vive o Direito, acompanhando de perto suas instituições, seus personagens, suas tensões e suas transformações.

Fica o legado de quem dedicou a vida à informação, ao Direito e à defesa de um jornalismo independente e corajoso. Uma perda imensa para o jornalismo e para toda a comunidade jurídica brasileira.

Hamilton Dias de Souza, advogado:

Recebo com profundo pesar a notícia do falecimento de Márcio Chaer. Sua dedicação ao jornalismo jurídico e sua contribuição ao debate público deixam um legado de grande valor para a comunidade jurídica brasileira. Aos familiares, amigos e à equipe do Consultor Jurídico, expresso minha solidariedade e minhas sinceras condolências.

Roberto Cosso, advogado e jornalista:

Márcio Chaer é o grande responsável pela popularização do noticiário jurídico no Brasil. Foi pioneiro na atividade e muito generoso com todos os que chegaram depois. Um grande democrata, que sempre lutou para que as diferentes ideias fossem conhecidas e debatidas pela sociedade.

Leandro Chiarottino, advogado e sócio fundador do Chiarottino e Nicoletti Advogados:

Vai-se um amigo leal e um homem de coragem rara. Márcio Chaer nunca se intimidou diante de adversidade alguma: defendeu as garantias individuais e o Estado de Direito mesmo quando isso lhe custava caro, e fez da ConJur um espaço de debate franco, sem pedir licença a ninguém. Na amizade, tinha a generosidade e a franqueza que só os destemidos se permitem. Ficam a saudade e o exemplo. Meus sentimentos à família, aos amigos e a toda a equipe da ConJur.

André Mendes Moreira, advogado:

Meus sentimentos à família, amigos e colegas de trabalho pela partida precoce e trágica do nosso estimado Márcio Chaer.

Ele foi um pioneiro do jornalismo voltado aos temas jurídicos, mudando a forma como o tema é endereçado no país.

Seu legado de seriedade, trabalho e ética permanece entre nós, por meio do Consultor Jurídico e das lições que todos tivemos o privilégio de com ele aprender.

Antonio de Pádua Soubhie Nogueira Advocacia:

O mundo jurídico sofre uma grande perda com a precoce passagem do estimado Marcio Chaer, jornalista visionário, ético e de extrema competência.

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