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Sem citar ‘Exército do Lula’, TSE diz que não determinou derrubada de canal de WhatsApp

JOTA·
Sem citar ‘Exército do Lula’, TSE diz que não determinou derrubada de canal de WhatsApp

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou nesta sexta-feira (23/10) que não determinou, até o início desta tarde, a retirada de “nenhum canal de WhatsApp do ar”. O tribunal não cita especificamente o “Exército de Lula”. Contudo, mais cedo, o administrador do canal, o deputado André Janones (Rede-MG), chegou a dizer que o grupo com mais de 8 milhões de seguidores poderia ser derrubado por uma decisão da Justiça Eleitoral até o final do dia.

Segundo o tribunal, “ilações” a partir de despachos de pedidos de informações são “absolutamente indevidos”. Na quinta-feira (22/10), o presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, pediu informações à Meta, Google e X sobre o canal de WhatsApp “Exército do Lula”, a partir de uma ação proposta pela equipe jurídica de Flávio Bolsonaro (PL). As empresas têm 24 horas para responder, dada à proximidade do 2º turno.

Na manhã desta sexta-feira (23/10), Nunes Marques e os ministros da propaganda eleitoral do TSE, André Mendonça, Estela Aranha, Marco Aurélio Bellizze, além do ministro Sebastião Reis Júnior, se reuniram com as plataformas Meta, X, Google, TikTok e Kwai para discutirem medidas de atuação das redes até a data do 2º turno e nas 24 horas seguintes às eleições.

Durante a reunião, Nunes Marques solicitou que as plataformas façam reforço de pessoal e tratem de forma isonômica as campanhas, a fim de garantir o cumprimento do plano de conformidade assinado por todas as empresas.