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Lula lidera, mas empate com Flávio persiste no 2º turno, indica Vox Brasil

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Lula lidera, mas empate com Flávio persiste no 2º turno, indica Vox Brasil

Pesquisa do instituto Vox Brasil, realizada entre 26 e 28 de setembro e divulgada nesta terça-feira (29/9), mostra Lula (PT) na liderança do primeiro turno, com 41,1% das intenções de voto, ante 37,8% de Flávio Bolsonaro (PL). A diferença de 3,3 pontos percentuais está dentro da margem de erro, de 2,15 pontos. Em votos válidos, o presidente registra 45,8%, contra 42,1% do senador.

Em terceiro lugar aparece Ronaldo Caiado (PSD), com 3,8%, seguido de Renan Santos (Missão), com 2,7%, Augusto Cury (Avante), com 2,2%, e Romeu Zema (Novo), com 1,8%. Indecisos somam 6,8%, enquanto brancos e nulos representam 3,5%. 

No confronto direto, Flávio pontua numericamente à frente de Lula: 45,2% a 44,7% do presidente, mas empatado dentro da margem de erro. Brancos e nulos somam 6,8%, e 3,3% não sabem. 

Contra Caiado, Lula registra 45,3%, ante 41,1% do ex-governador de Goiás. A diferença de 4,2 pontos também está dentro da faixa de incerteza. Nos demais cenários, o presidente tem vantagem mais ampla: 44,8% a 35,1% contra Cury e 46,1% a 30,3% contra Zema. Nesse último confronto, brancos e nulos chegam a 17,1%.

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Horário eleitoral

A pesquisa também perguntou aos eleitores sobre o efeito do horário eleitoral na intenção de voto. Para 14,8%, a propaganda já mudou o voto, enquanto outros 21,7% afirmam que estão reconsiderando a escolha. Para 29,4%, o horário eleitoral aumentou a confiança no candidato escolhido, e para 20,8%, diminuiu. Outros 34,6% dizem que a propaganda não está fazendo diferença. 

Firmeza do voto e voto útil

Para 78% dos entrevistados, a escolha eleitoral é definitiva, enquanto 20,4% afirmam que ainda podem mudar de candidato. Em relação ao comparecimento, 85,8% dizem que vão votar com certeza no próximo domingo, e 8,9% afirmam que provavelmente irão às urnas.

Um dos dados mais relevantes para a reta final é que 78,9% admitem considerar o voto em um candidato com mais chances de vencer, mesmo que ele não seja sua primeira opção. O resultado aponta algum espaço ainda para o voto útil, e favorecer a concentração da disputa entre Lula e Flávio.

Questionados sobre a motivação do voto, 50,8% afirmam que a escolha é pelo candidato, enquanto 29,6% dizem votar para rejeitar o adversário. Outros 17,8% apontam as duas razões.

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Rejeição é maior para Flávio, mas diferença está dentro da margem

Flávio Bolsonaro registra a maior rejeição, com 53,1%, seguido de Lula, com 51,5%. A diferença entre os dois está dentro da margem de erro. Entre os demais candidatos, Romeu Zema tem rejeição de 31,1%, Ronaldo Caiado, de 27,8%, e Renan Santos, de 24,1%. Augusto Cury apresenta o menor índice, de 7,1%.

Aprovação do governo

A desaprovação da gestão Lula é de 51,4%, contra 45,8% de aprovação. O relatório não traz a avaliação do governo em ótimo, bom, regular, ruim e péssimo.

O instituto entrevistou 2.100 eleitores entre 26 e 28 de setembro, por meio de entrevistas presenciais. A margem de erro é de 2,15 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi realizada com recursos próprios do instituto e está registrada no TSE sob o protocolo BR-00895/2026.